Comentando discografias: Metallica – Parte 3: Tempos estranhos…

tumblr_li4o9l0lLI1qbqb1do1_500Em 1991, o Metallica chegou ao topo com o seu álbum homônimo. Sua tentativa de largar a complexidade adquirida no final dos anos 80 para abraçar um lado mais comercial e sobreviver ao grunge foi certeira. Mais admirável ainda foi o fato de terem conseguido manter sua essência nesse processo. No entanto, já nos anos 90 a indústria da música mostrava como estava para se tornar completamente inconstante e o grunge afundou tão rápido quanto estourou (o Pearl Jam foi a única banda do gênero a se manter relevante por todos esses anos).

Os estilos bem definidos começavam a desaparecer e as bandas que surgiam começavam a fazer músicas que não obedeciam a um rótulo específico. E para o completo desespero dos fãs de heavy metal, o Metallica ia seguir de forma mais firme nas tendências do rock para se manter no topo. A partir de agora, as coisas começavam a ficar estranhas… de verdade.

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Comentando discografias: Metallica – Parte 2: Chegando no topo

Depois de fazerem história nos anos 80, o Metallica se viu numa encruzilhada: eles podiam continuar onde estavam, fazendo mais um álbum no mesmo estilo do que já estavam fazendo ou podiam tentar se reinventar. No fim, a banda preferiu seguir pela segunda opção, mas com uma estratégia completamente inusitada: ignorando todas as suas principais ideologias estabelecidas no início da carreira, o quarteto resolveu apostar no que sempre repudiaram publicamente: O apelo comercial.

A mudança de rumo transformou eles em uma das bandas mais famosas do mundo, mas não exatamente uma das mais amadas. Mas antes de começarem a causar polêmicas com músicas que lembravam tudo, menos Metallica, eles conseguiram acertar em cheio…

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Comentando discografias: Metallica – Parte 1… Surgimento e consagração

Já faz um tempo que estou querendo colocar em prática essa ideia de comentar sobre as discografias das minhas bandas favoritas e aproveitando até esse longo – e por um tempo pensei até que poderia ser definitivo – sumiço, já retorno com essa novidade que, se tudo der certo, espero manter regularmente por aqui. E não podia começar com outra senão a minha banda favorita, que apesar da longa carreira, tem uma discografia curta, que refletiu perfeitamente todos os altos e baixos que o quarteto passou.

Com 8 álbuns de estúdio, um de covers e um com o histórico show com a Orquestra Filarmônica de San Francisco (o que segundo a própria banda, é a discografia oficial)… essa é a carreira de James Hetfield, Lars Ulrich, Kirk Hammett e Cliff Burton, substituído por Jason Newsted (após a morte de Burton) e depois por Robert Trujillo. Esse é o Metallica.

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Filmes: O Espetacular Homem-Aranha (2012)

Gênero: Ação
Duração: 136 min.
Origem: EUA
Direção: Marc Webb
Roteiro: Alvin Sargent, James Vanderbilt, Steve Kloves
Produção: Avi Arad, Matthew Tolmach, Laura Ziskin

Em 2007, Homem-Aranha 3, um dos filmes mais aguardados dos últimos tempos, chegou aos cinemas e se estabeleceu também como uma das maiores decepções que o Cinema já teve. E não teve perdão para esse deslize: a Sony decidiu que era hora de renovar o Homem-Aranha no Cinema. Chamar um novo diretor e elenco era até compreensível, mas eles foram além e quiseram recontar a origem do herói.

Daí para frente, passou a ficar difícil acreditar que a coisa pudesse dar certo…

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Filmes: O Hobbit – Uma Jornada Inesperada (2012)

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Gênero: Fantasia/Aventura
Duração: 169 min.
Origem: EUA/Nova Zelândia
Direção: Peter Jackson
Roteiro: Peter Jackson, Fran Walsh, Philippa Boyens e Guillermo Del Toro
Produção: Peter Jackson, Fran Walsh, Carolyne Cunningham

A experiência de ver O Hobbit nos cinemas é, no mínimo, emocionante. Tudo porque o filme ultrapassou a falência do estúdio, atraso na produção, abandono de diretor e um quase cancelamento para conseguir chegar nas telas, para todos os fãs. E desde que tudo se acertou e as imagens e trailers começaram a sair, o filme virou a produção que mais gerou expectativa desde… O Senhor dos Anéis.

Por isso, se o filme causa emoção enquanto vemos, levando em conta tudo o que aconteceu para o filme sair e tudo o que tinha acabado de passar na tela… temos aí uma vitória. E diante disso, não tem como não sair do cinema cheio de alegria.

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Resenha – Show: Scorpions (Credicard Hall – 21/09/2012)

Bandas de rock que alcançam o sucesso mundial e emplacam sucessos que ficam marcados na música sempre seguem um desses dois caminhos: elas aproveitam o sucesso ao máximo no momento que acontece e depois de uns anos, caem no ostracismo… ou usam o que conquistaram naquele momento para se tornarem lendas e se imortalizarem no rock. E na última semana, São Paulo viu o que é o show de uma banda que segue pelo segundo caminho. Continuar lendo

Filmes: Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge (2012)

Gênero: Ação/Drama
Duração: 165 min.
Origem: EUA
Direção: Christopher Nolan
Roteiro: Christopher Nolan, Jonathan Nolan
Produção: Christopher Nolan, Emma Thomas, Charles Roven

Um comentário recorrente na época em que Batman – O Cavaleiro das Trevas foi lançado, era que Christopher Nolan parecia ter elevado o padrão dos filmes de HQ de uma forma que nem ele conseguiria chegar novamente. Bem… só parecia.

Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge vai muito além de um simples final digno: é um filme épico, que pode até não superar seu antecessor, mas não faz nem um pouco feio ao lado dele, superando as mais altas expectativas e encerrando de modo espetacular uma das melhores trilogias do Cinema moderno.

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