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	<title>Comentando Cinema</title>
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		<title>Comentando Cinema</title>
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		<title>FILMES: 2012 (2009)</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 14:04:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Critícas]]></category>
		<category><![CDATA[Drama]]></category>
		<category><![CDATA[Ficção-Científica]]></category>

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Gênero: Drama/Ação/Ficção Científica
Duração: 158min
Origem: EUA
Direção: Roland Emmerich
Roteiro: Roland Emmerich, Harald Kloser
Produção: Roland Emmerich, Larry J. Franco
O cabalístico ano de 2012 anda botando medo nas pessoas faz tempo. Portanto, foi uma jogada de mestre usá-lo para fazer o filme-catástrofe definitivo. Em 2012, Emmerich junta todos os elementos bons e ruins dos filmes-catástrofe, o que resulta num [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=comentandocinema.wordpress.com&blog=3025734&post=748&subd=comentandocinema&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><a href="http://comentandocinema.files.wordpress.com/2009/11/2012_10.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-750" title="2012_10" src="http://comentandocinema.files.wordpress.com/2009/11/2012_10.jpg?w=224&#038;h=336" alt="" width="224" height="336" /></a></p>
<dl></dl>
<p><strong>Gênero: </strong>Drama/Ação/Ficção Científica<br />
<strong>Duração:</strong> 158min<br />
<strong>Origem: </strong>EUA<br />
<strong>Direção: </strong>Roland Emmerich<br />
<strong>Roteiro:</strong> Roland Emmerich, Harald Kloser<br />
<strong>Produção: </strong>Roland Emmerich, Larry J. Franco</p>
<p>O cabalístico ano de 2012 anda botando medo nas pessoas faz tempo. Portanto, foi uma jogada de mestre usá-lo para fazer o filme-catástrofe definitivo. Em <em>2012</em>, Emmerich junta todos os elementos bons e ruins dos filmes-catástrofe, o que resulta num filme que é exatamente o que eu já esperava (ou quase isso).</p>
<p>Cenas de destruição espetaculares e efeitos visuais perfeitos no meio de 2h30 com uma infinidade de clichês, cenas bobas e outras desnecessárias. Mas tive algumas surpresas: a história não é tão inútil quanto eu pensava que fosse ser e até consegui me envolver com o filme, torcendo pelos personagens – mesmo sabendo como aquilo iria terminar  – mas no fim das contas… acabei gostando.</p>
<p><span id="more-748"></span></p>
<p>A história principal do filme já é bem manjada: o protagonista, Jackson Curtis (John Cusack de <em>1408</em>) é um escritor sem sucesso e divorciado, sua mulher (Amanda Peet da série <em>Studio 60</em>), vive com outro homem e tem a guarda dos dois filhos. Com isso, Jackson resolve ficar um fim-de-semana com as crianças, para levá-las ao Yellowstone. Os filhos são tipos clássicos: a garotinha meiga que gosta de todo mundo e o menino mala e rebelde que acha tudo que o pai faz extremamente patético. Quando o fim do mundo começa, é claro que o protagonista é o cara que vai salvar a família toda e eu nem preciso contar o resto.</p>
<p>O grande trunfo do filme está mesmo na história envolvendo o fim do mundo em si. Porque ao invés de se focarem apenas na profecia maia – que muita gente não acredita – Emmerich deu todo um cunho “científico” para explicar o  fim do mundo. Segundo o filme, erupções solares gigantescas começaram a lançar partículas subatômicas chamadas neutrinos no nosso planeta. Sabe lá Deus como, os neutrinos acabam se transformando em outras partículas ao chegar aqui, aquecendo o centro da Terra. Com isso, dá a louca na crosta terrestre e ela simplesmente começa a deslizar.</p>
<p>É algo parecido com isso, afinal a palavra científico não está entre aspas por acaso. Nesse negócio todo, alguns conceitos da Física e Química provavelmente foram destruídos junto com o planeta – e nem precisa entender do assunto pra isso, o próprio roteirista afirma que aquilo tudo soa improvável através dos cientistas no começo do filme. Mas acaba sendo um ponto positivo porque tudo isso é contado com tamanha convicção, que dá pra se convencer de que realmente pode acontecer.</p>
<p>Enfim, com essa descoberta, os governos de todo o mundo começam a se preparar em segredo para o fim do mundo. Todo o plano é mostrado rapidamente para chegarmos a parte dramática envolvendo a família, já citada no começo deste texto. Toda essa parte acaba cansando em vários momentos, já que sentimos que é a milésima vez que estamos vendo aquilo. Sério, ao chegar na metade do filme, dá pra sacar qual vai ser o final de cada um.</p>
<p>Bem… não vou perder tempo falando de atuações, afinal, os personagens tem a profundidade de um prato e só estão ali porque Emmerich precisa mostrar alguém sendo salvo no final. Essa mania moralista acaba rendendo uma cena ridícula envolvendo um cachorro – que, é claro, se salva. Pois bem, com tantos problemas, o que faz de <em>2012</em> um filme que valha a pena ser visto? Não é muito difícil adivinhar, certo? Claro que são as cenas do mundo indo abaixo, que já valem o ingresso e ainda ajudam o filme a ganhar vários pontos.</p>
<p>E que cenas. Espetaculares, as sequências de destruição em massa me deixaram na ponta da poltrona, completamente tenso, tamanha a grandiosidade do estrago. Com isso, não precisa nem dizer que os efeitos visuais do filme são simplesmente perfeitos, dando um realismo as cenas que chega a ser assustador, mesmo que o diretor pareça tentar estragar essa realidade apostando em simbolismos cafonas – como o teto da Capela Sistina (que no filme se encontra na Basílica de São Pedro…pois é) se rachando entre a ligação de Deus com o homem ou a inacreditável sorte do personagem principal.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>2012</em> tem seus problemas, que parecem ser uma constante nos filmes-catástrofe de Roland Emmerich. No entanto, acaba se saindo bem melhor que vários outros blockbusters desse ano e prova, de uma vez por todas, que por mais bizarro que pareça, o público ama ver o próprio planeta indo pro ralo. Portanto, esse acaba sendo um daqueles típicos filmes que ignoramos os clichês e as besteiras, só pra se divertir. Porque, seja por erupções solares, seja por congelamento, seja pela invasão de alienigenas… assistir ao fim do mundo na telona continua sendo a mais pura diversão…</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Nota: </strong>7<em> </em></p>
<p style="text-align:right;"><em>Marcelo Silva</em></p>
<p><em>P.S.: Ah sim, vale dar um aviso aos brasileiros: não vão ao cinemas só pra ver nosso Cristo Redentor se despedaçando. A cena dura segundos e ao invés de ser assustadora, se torna involuntariamente hilária graças ao “jornalista” brasileiro que ouvimos. Fica dado o aviso.</em></p>
<p style="text-align:right;"><em><br />
</em></p>
<dl></dl>
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		<title>NEWS: Confira o teaser trailer de &#8220;Kick-Ass&#8221;, adaptação da HQ de Mark Millar</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 11:54:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Trailers]]></category>

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O começo do trailer é completamente idêntico a HQ, sem tirar nem por. Já ganha pontos comigo. Parece que vai ser bem fiel, apesar de não ter uma gota de sangue nesse teaser, comparada a carnificina promovida por Millar na HQ e o vídeo cheio de violência que foi exibido na Comic-Con. Mas talvez o [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=comentandocinema.wordpress.com&blog=3025734&post=745&subd=comentandocinema&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://comentandocinema.wordpress.com/2009/11/14/news-confira-o-teaser-trailer-de-kick-ass-adaptacao-da-hq-de-mark-millar/"><img src="http://img.youtube.com/vi/e-as6iCVec8/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>O começo do trailer é completamente idêntico a HQ, sem tirar nem por. Já ganha pontos comigo. Parece que vai ser bem fiel, apesar de não ter uma gota de sangue nesse teaser, comparada a carnificina promovida por Millar na HQ e o vídeo cheio de violência que foi exibido na Comic-Con. Mas talvez o trailer foi feito sem a intenção de mostrar isso mesmo. O fato é que se o filme tiver o climão <em>cool</em> que esse trailer tem&#8230; vai ser divertidissimo. Espero ansioso.</p>
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	</item>
		<item>
		<title>FILMES: Michael Jackson&#8217;s: This is It (2009)</title>
		<link>http://comentandocinema.wordpress.com/2009/11/09/filmes-michael-jacksons-this-is-it/</link>
		<comments>http://comentandocinema.wordpress.com/2009/11/09/filmes-michael-jacksons-this-is-it/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 01:19:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Critícas]]></category>
		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[Musical]]></category>

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Gênero: Documentário &#8211; Musical
Duração: 112min
Origem: EUA
Direção: Kenny Ortega
Roteiro: Kenny Ortega
Produção: Randy Phillips, Paul Gongaware
No começo desse ano, o mundo inteiro se surpreendeu com Michael Jackson: o rei do pop fez o anúncio oficial de seu retorno aos palcos para julho desse ano. A turnê, chamada de &#8220;This is It&#8221;, começaria com 50 shows em [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=comentandocinema.wordpress.com&blog=3025734&post=704&subd=comentandocinema&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><dl></dl>
<p><strong> </strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><img class="aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2009/10/michaeljacksonthisit_021-401x600.jpg" alt="" width="217" height="324" /></strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Gênero:</strong> Documentário &#8211; Musical<br />
<strong>Duração:</strong> 112min<br />
<strong>Origem:</strong> EUA<br />
<strong>Direção:</strong> Kenny Ortega<br />
<strong>Roteiro:</strong> Kenny Ortega<br />
<strong>Produção: </strong>Randy Phillips, Paul Gongaware</p>
<p>No começo desse ano, o mundo inteiro se surpreendeu com Michael Jackson: o rei do pop fez o anúncio oficial de seu retorno aos palcos para julho desse ano. A turnê, chamada de &#8220;This is It&#8221;, começaria com 50 shows em Londres e seria sua despedida dos palcos. Uma ótima maneira de se finalizar &#8220;oficialmente&#8221; a carreira.</p>
<p>Bem&#8230; o que veio depois nós já sabemos. E todos ficaram curiosos para saber o que o rei estaria preparando para seu retorno. Mas <em>Michael Jackson&#8217;s: This is It</em> não apenas satisfaz nossa curiosidade, como mostra que o aguardado retorno seria mais do que triunfal: tinha tudo pra ser um dos maiores shows que o mundo já viu. Mais do que isso, o documentário é um belo tributo a Michael Jackson e uma ótima maneira de deixar viva a lembrança do grande artista que ele foi.</p>
<p><span id="more-704"></span></p>
<p>Com mais de 100 horas de ensaios nas mãos, o diretor Kenny Ortega (que além do show, também dirige esse documentário) tinha material o suficiente para lotar um segundo disco de um futuro DVD com algum show dessa última turnê de MJ. Infelizmente, ela nunca acontecerá e com isso, o que provavelmente seria um DVD duplo lotado de making offs e featurettes virou um empolgante documentário com quase duas horas de duração.</p>
<p>O começo é triste, com um letreiro explicando o que veremos a seguir e vários depoimentos dos dançarinos loucos de ansiedade para os shows. É impossível não sentir aquela tristeza, pois dá pra ver que todos ali estão empolgados de verdade, não apenas para ficar bonito diante da câmera. Mas a tristeza só bate no começo do filme &#8211; e no fim, por outros motivos &#8211; porque depois disso, temos sequências cheias de dança, música e muita animação. E fica bem óbvio que não teríamos metade disso nesses ensaios se não fosse por ele.</p>
<p>Michael Jackson transborda energia nos ensaios. Canta e dança como se já estivesse no show, chegando até a ficar um pouco nervoso com a sua própria empolgação num determinado momento. Claro que ninguém da equipe ousa pará-lo, afinal quando ele entra no palco todos ao redor parecem hipnotizados. E nós, do outro lado da tela também.  O astro inspira tanto respeito que o próprio diretor do show, Kenny Ortega, se refere a ele como &#8220;Sir&#8221; e segue diversas ordens. Mas isso acontece <img class="alignleft" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2009/10/michael_jackson-13.jpg" alt="" width="302" height="201" />naturalmente, vemos que MJ era mesmo uma pessoa modesta, nunca se colocava acima de Ortega, apenas expressava suas opiniões, afinal, é um show que saiu da cabeça dele.</p>
<p>Podemos ver o seu tão comentado perfeccionismo, o que rende até alguns momentos de maior tensão nos ensaios, já que ele parece querer ouvir algo que não consegue explicar a banda. Mas mesmo nesses momentos, ele tenta ser gentil e carinhoso com a equipe e com as pessoas de quem cobra algo, sem cansar de repetir que tudo aquilo é para o bem delas e por amor (&#8220;L-O-V-E&#8230; love&#8221;).</p>
<p>Outro grande trunfo do documentário é o setlist que estava preparado para o show. Era perfeito, reunindo algumas das melhores músicas do rei. Como o próprio disse: ele iria cantar o que os fãs queriam ouvir. E iria acertar em cheio. &#8220;Billie Jean&#8221;, &#8220;Thriller&#8221;, &#8220;Wanna Be Startin&#8217; Something&#8221;, &#8220;Smooth Criminal&#8221;, todas estão presentes nos ensaios, com coreografias fantásticas &#8211; variações das turnês antigas mas elas não eram menos fantásticas antigamente &#8211; e várias delas, com uma inovação: uma introdução no telão do palco, feita toda em 3D.</p>
<p>A sacada de colocar esses vídeos como parte do documentário foi ótima, mas aí é aquela coisa&#8230; os clipes foram feitos para passar num telão no show, na tela do cinema tem aquele ar de produção bem decente, mas meio simples (afinal, não tínhamos óculos 3D disponíveis&#8230;). Até o clipe original de &#8220;Thriller&#8221; ficaria mais bacana &#8211; e eu pensei que o tal clipe em 3D que passaria no show seria esse, só com efeitos inseridos&#8230; &#8211; apesar da nova versão para o clipe de uma das músicas mais famosas de MJ também ser muito bem bolada.</p>
<p>Tecnicamente, o longa tem problemas como esse, além de poder acabar sendo um pouco cansativo para quem estava apenas curioso e não chegava a ser fã ou admirador do astro &#8211; acreditem, encontrei muita gente no cinema que se aplicava a esse caso &#8211; afinal, são quase duas horas de palco. Mas problemas assim são compensados pela edição, sensacional, visto que a maioria das músicas ali devia fazer parte de ensaios diferentes, mas é tudo muito bem-feito e em algumas músicas, só percebemos que são ensaios diferentes pela roupa de Jackson e pela resolução das câmeras, que mudam várias vezes. Um trabalho excepcional.</p>
<p>O documentário termina com a icônica (e ótima) &#8220;Man In The Mirror&#8221;, cantada com entusiasmo por MJ no ensaio. E mesmo sem querer, dá aquele nó na garganta, aquela tristeza de que nunca veremos o resultado de tanto esforço, não só do rei do pop, mas de todos os envolvidos no projeto.</p>
<p>O fato de sairmos com um misto de felicidade &#8211; por ver que MJ ainda estava com tudo &#8211; e tristeza &#8211; por saber que nunca veremos o show pronto &#8211; do cinema é o que torna <em>This is It</em> imperdível. Ficamos com esse último registro do artista, esquecendo as polêmicas e os problemas que envolviam ele e lembrando de Michael Jackson como ele merece ser lembrado: no palco, fazendo o que ele sabia fazer melhor&#8230;</p>
<p><strong>Nota:</strong> 8,5</p>
<p><em>P.S.: Depois dos créditos, ainda há algumas surpresas, portanto, não saia do cinema.</em></p>
<dl>
<dl></dl>
</dl>
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		<title>FILMES: Bastardos Inglórios (2009)</title>
		<link>http://comentandocinema.wordpress.com/2009/11/08/filmes-bastardos-inglorios-2009/</link>
		<comments>http://comentandocinema.wordpress.com/2009/11/08/filmes-bastardos-inglorios-2009/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 14:06:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ação]]></category>
		<category><![CDATA[Critícas]]></category>

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		<description><![CDATA[
  
Gênero: Ação
Duração: 135min
Origem: EUA
Direção: Quentin Tarantino
Roteiro: Quentin Tarantino
Produção: Lawrence Bender, Quentin Tarantino
A ideia de Quentin Tarantino dirigindo um filme com a Segunda Guerra Mundial de cenário parecia surreal. Boa demais para ser verdade. Afinal, estamos falando do diretor que retrata a violência de um modo como poucos tem coragem de retratar. Portanto, um [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=comentandocinema.wordpress.com&blog=3025734&post=698&subd=comentandocinema&ref=&feed=1" />]]></description>
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<p><strong> </strong><strong> </strong></p>
<p style="text-align:left;"><strong><img class="aligncenter" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2009/10/inglouriousbasterds_16-400x600.jpg" alt="" width="252" height="378" />Gênero:</strong> Ação<br />
<strong>Duração:</strong> 135min<br />
<strong>Origem:</strong> EUA<br />
<strong>Direção:</strong> Quentin Tarantino<br />
<strong>Roteiro:</strong> Quentin Tarantino<br />
<strong>Produção:</strong> Lawrence Bender, Quentin Tarantino</p>
<p>A ideia de Quentin Tarantino dirigindo um filme com a Segunda Guerra Mundial de cenário parecia surreal. Boa demais para ser verdade. Afinal, estamos falando do diretor que retrata a violência de um modo como poucos tem coragem de retratar. Portanto, um filme de guerra vindo dele não tinha como dar errado. E que bom que estavamos certos pensando assim. <em>Bastardos Inglórios</em>, projeto que o diretor adiou por tantos anos finalmente ganhou vida e para nossa felicidade, não apenas atende as expectativas como é um dos melhores filmes do ano e um dos melhores da carreira do cineasta.</p>
<p><span id="more-698"></span></p>
<p>Vingança. Uma constante nos filmes de Quentin Tarantino. Está presente desde <em>Cães de Aluguel</em> até os dois volumes de <em>Kill Bill</em>. E quem pensou que esse elemento tinha sido explorado ao máximo nos longas protagonizados por Uma Thurman (afinal, a grande trama é a Noiva na sua jornada para encontrar e matar Bill), vai ter uma agradável surpresa com <em>Bastardos Inglórios</em>.</p>
<p>Afinal, é a vingança judia contra os nazistas, uma possibilidade que, sinceramente, eu sempre parei pra pensar quando o assunto era Segunda Guerra Mundial. Aquela coisa: “e se os judeus resolvessem revidar?”. Pois bem, aqui é exatamente isso que acontece. Liderados pelo Tenente Aldo Raine (Brad Pitt), os Bastardos – nome do grupo de judeus – tem uma única missão: matar nazistas. E do modo mais brutal possível.</p>
<p>Apesar da brutalidade e da violência explícita do filme, ele não é nem de longe o mais violento do diretor (o “honroso” titulo ainda fica com Kill Bill Vol.1), o que acaba sendo uma grande ironia, já que a história se passa na Segunda Guerra Mundial. Por isso, qual não foi minha surpresa ao não ver uma carnificina absurda explodindo no filme todo. Mas dá pra entender: o cineasta sempre mostrou a violência como algo banal, cotidiano. Na Segunda Guerra Mundial, ela de fato faz parte do cotidiano. Então, perde-se aquele impacto.</p>
<p>Pois bem, mais do qualquer outra coisa, o roteiro é sempre o melhor aspecto dos filmes de Tarantino. Aqui, não é diferente, cheio de elementos tipicamente “tarantinescos” (o que pode ser bom ou ruim): cenas longas, com dialogos que exaltam o amor do cineasta pela sétima arte, alias, não só dialogos, mas cenas, detalhes da trama (o Tenente Hicox é um ex-critico de cinema) e como se não bastasse, o sensacional clímax acontece dentro de um cinema.</p>
<p>Como eu disse, a presença de vários elementos caracteristicos de todos os filmes do Tarantino pode ser uma coisa boa ou ruim. Se as referências ao cinema, seja nos dialogos, seja em cenas especificas (como a referência a <em><img class="alignleft" src="http://cinemacomrapadura.com.br/imagens/2009/10/inglouriousbasterds_28.jpg" alt="" width="281" height="187" />Carrie, a Estranha</em> no clímax) é sempre bom, uma cena longa e cheia de dialogos vazios é o único problema do filme.</p>
<p>A sequência em questão é a que se passa num bar-subsolo, onde alguns Bastardos vão encontrar Bridget Von Hammersmark (Diane Kruger). A cena é demasiadamente longa e começa num clima absurdamente tenso, onde ficamos esperando algo acontecer a cada segundo. Mas depois, vai demorando para passar e começam a vir uma série de dialogos vazios. Para compensar, o final da sequência é espetacular.</p>
<p>Apesar de parecer piada reclamar de dialogos desnecessários num filme dirigido pelo mesmo cara que fez <em>Pulp Fiction</em>, em que dois gângsteres passam 5 minutos discutindo as diferentes formas de se falar Quarterão e Big Mac ao redor do mundo (e é um dos melhores filmes da história do cinema), temos que admitir que, se Tarantino não tem limites – e não tem mesmo – o espectador tem. Acaba sendo a cena mais cansativa do filme e seu único problema, o que passa longe de afetar o resultado final.</p>
<p>Tecnicamente, o filme é impecável. Tem uma belíssima fotografia e uma direção de arte excepcional. Outras duas coisas que são boas de costume nos filmes do diretor, a trilha sonora e a edição, também estão sensacionais aqui. Em especial a trilha sonora, que vai desde Ennio Morricone até David Bowie, além de contar com a belíssima “The Green Leaves of Summer”, de Nick Perito, que abre o longa e ficou na minha cabeça por vários dias. A direção de Quentin Tarantino é, de longe, a melhor da carreira do diretor. Esse pode até não ser seu melhor filme, mas é sem dúvida o mais bem dirigido. Um trabalho de mestre.</p>
<p>Depois de ressuscitar as carreiras de John Travolta, David Carradine e Kurt Russell (ok, esse último nem tanto) e revelar Samuel L. Jackson ao mundo, Tarantino acabou de alavancar a carreira de mais um ator com <em>Bastardos Inglórios</em>. O austríaco Christoph Waltz, que até então era um mero desconhecido, rouba completamente o filme. É uma atuação perfeita como o Coronel Hans Landa, uma das melhores, senão a melhor do ano até então.</p>
<p>Ajudado por Tarantino, que mantém um clima tenso em diversas cenas do filme, Waltz deixa todas as cenas em que Landa aparece com uma tensão insuportável. Vide a (excelente) cena inicial, composta apenas de dialogos, mas que nos deixa terrivelmente angustiados, esperando algo horrível acontecer, ou a cena em que ele e Shoshanna comem strudel (outro momento icônico do filme). Suas expressões, seu jeito de falar, tudo nos leva a crer que ele já está sabendo de todos os segredos que a pessoa esconde e está pronto pra agir. Faz um tipo diferente de nazista que estamos acostumados a ver no cinema. E é brilhante.</p>
<p>O resto do elenco também faz um bom trabalho, mas com exceção do grande astro do filme, nada tão espetacular. Brad Pitt está incrivelmente divertido como o Ten.Aldo Raine, líder dos Bastardos. Seu sotaque sulista forçado rende alguns dos momentos mais hilários do filme. Eli Roth como ator é um ótimo… bom, é um ótimo sei-lá-o-que, o fato é que ele está ruim, mas aparece pouco e considerando que ele é um Bastardo que mata nazistas com um taco de beisebol, fica até difícil reclamar de atuação… As mulheres, Diane Kruger e Melanie Laurent também fazem um bom trabalho. A segunda se saindo bem melhor que a primeira, já que esta só surge na metade do filme.</p>
<p>Agora, é ótimo ver como Tarantino retrata Adolf Hitler e Joseph Goebbels. Propositalmente caricatos (o führer aparece gritando histericamente na sua primeira cena), eles estão bizarros e por isso, excelentes. Daniel Bruhl (de <em>2 Dias em Paris</em>) também se sai muito bem como Fredrick Zoller, chegando a fazer o espectador até sentir pena do personagem pelas suas atitudes. Até Mike Myers faz uma aparição, que pode passar despercebida pelos distraídos, por causa de seu visual diferente no filme.</p>
<p>Enfim, <em>Bastardos Inglórios</em> é um filme tipicamente “tarantinesco”, mas ao mesmo tempo, é diferente de todos os outros trabalhos do cineasta. Todas as caracteristicas marcantes estão lá, mas de um jeito nunca antes visto. É um filme único e completamente original. O trabalho mais maduro do homem que mudou o cinema nos anos 90. Como Cel. Hans Landa diz… <em>Bastardos Inglórios</em> “é um bingo!” na carreira de Tarantino… ou algo parecido.</p>
<p><strong>Nota:</strong> 9,5</p>
<p style="text-align:right;"><em>Marcelo Silva</em></p>
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		<title>Shame on me, eu sei&#8230;</title>
		<link>http://comentandocinema.wordpress.com/2009/10/29/shame-on-me-eu-sei/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 12:29:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Silva</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E lá se vai um mês e meio sem atualizar o blog. Acreditem, me envergonho profundamente disso.
Dessa vez, a culpa não foi dos estudos ou por falta de tempo. Na verdade, a culpa é de outro vício nerd que eu tenho: as séries de TV. Estava absurdamente atrasado com House, além de estar acompanhando outras [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=comentandocinema.wordpress.com&blog=3025734&post=696&subd=comentandocinema&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>E lá se vai um mês e meio sem atualizar o blog. Acreditem, me envergonho profundamente disso.</p>
<p>Dessa vez, a culpa não foi dos estudos ou por falta de tempo. Na verdade, a culpa é de outro vício nerd que eu tenho: as séries de TV. Estava absurdamente atrasado com House, além de estar acompanhando outras três, então resolvi tomar vergonha na cara, voltar a acompanhar a série médica e manter as outras três também. O problema é que eu tinha a 5ªtemporada inteira de House para assistir, o que acaba levando certo tempo, já que não tem como eu fazer maratona no meio do ano letivo (não estou tão atarefado, mas também não é pra tanto né).</p>
<p>O caso é que, desde <em>Up </em>(cuja crítica você confere uns posts abaixo) só vi um único filme,<em> Bastardos Inglórios</em>, que será comentado aqui no blog até o feriado. Não, eu não me orgulho disso, estou com uma dúzia &#8211; literalmente &#8211; de filmes pra assistir aqui em casa e pretendo conferir tudo o quanto antes. Enquanto isso não acontece, continuo correndo com House para conseguir pegar a transmissão na TV Paga e tento arrumar um tempinho nos fins-de-semana para ver algum filme.</p>
<p>Enfim, é isso. Prefiro dar motivos do meu sumiço repentino daqui &#8211; só daqui, afinal, quem também acompanha o blog de séries sabe que estou vivo e muito bem,hehe &#8211; do que simplesmente sair postando sem deixar claro porque por um mês e meio, a cara torta do Brad Pitt na capa da SET era o primeiro post da página. Agora, podemos voltar a nossa programação normal.</p>
<p>Até o feriado, a crítica &#8211; antes tarde do que nunca &#8211; de Bastardos Inglórios, o novo <span style="text-decoration:line-through;">e espetacular</span> filme de Quentin Tarantino!</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/comentandocinema.wordpress.com/696/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/comentandocinema.wordpress.com/696/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/comentandocinema.wordpress.com/696/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/comentandocinema.wordpress.com/696/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/comentandocinema.wordpress.com/696/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/comentandocinema.wordpress.com/696/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/comentandocinema.wordpress.com/696/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/comentandocinema.wordpress.com/696/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/comentandocinema.wordpress.com/696/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/comentandocinema.wordpress.com/696/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=comentandocinema.wordpress.com&blog=3025734&post=696&subd=comentandocinema&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">Marcelo Silva</media:title>
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		<title>E Roberto Sadovski volta a Revista SET&#8230;</title>
		<link>http://comentandocinema.wordpress.com/2009/09/18/e-roberto-sadovski-volta-a-revista-set/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 17:59:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>

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		<description><![CDATA[
Depois de três meses realmente estranhos, a Revista SET retornou as mãos de Roberto Sadovski e a volta é em grande estilo, com Bastardos Inglórios, o novo filme de Quentin Tarantino que chega mês que vem aqui no Brasil. Não bastasse isso, tem uma chamada de Avatar logo acima e Distrito 9 embaixo. Parece interessante.
E [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=comentandocinema.wordpress.com&blog=3025734&post=693&subd=comentandocinema&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://2.bp.blogspot.com/_KIIAZM16tCo/SrEz0pwsIaI/AAAAAAAABBU/JMvBFXWvFvg/s1600/30157460.jpg" alt="" width="480" height="632" /></p>
<p style="text-align:left;">Depois de três meses realmente estranhos, a Revista SET retornou as mãos de Roberto Sadovski e a volta é em grande estilo, com <em>Bastardos Inglórios,</em> o novo filme de Quentin Tarantino que chega mês que vem aqui no Brasil. Não bastasse isso, tem uma chamada de <em>Avatar</em> logo acima e <em>Distrito 9</em> embaixo. Parece interessante.</p>
<p style="text-align:left;">E não me levem a mal, as últimas SETs não foram de todo ruins (estavam sob o comando de uma equipe totalmente diferente), mas estavam fraquissimas, com capas esteticamente bonitas, mas nada interessantes e muitas criticas bizarras. Além da ideia de querer mostrar que não é uma revista só voltada pra blockbuster, mas também quase não dar espaço pra eles.</p>
<p style="text-align:left;">Enfim, as últimas revistas sob o comando de Sadovski também não estavam umas maravilhas, mas&#8230; no fundo, no fundo, foi melhor que ele voltasse&#8230;</p>
  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/comentandocinema.wordpress.com/693/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/comentandocinema.wordpress.com/693/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/comentandocinema.wordpress.com/693/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/comentandocinema.wordpress.com/693/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/comentandocinema.wordpress.com/693/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/comentandocinema.wordpress.com/693/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/comentandocinema.wordpress.com/693/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/comentandocinema.wordpress.com/693/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/comentandocinema.wordpress.com/693/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/comentandocinema.wordpress.com/693/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=comentandocinema.wordpress.com&blog=3025734&post=693&subd=comentandocinema&ref=&feed=1" /></div>]]></content:encoded>
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		<title>FILMES: Up &#8211; Altas Aventuras (2009)</title>
		<link>http://comentandocinema.wordpress.com/2009/09/14/filmes-up-altas-aventuras-2009/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 12:58:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Animação]]></category>
		<category><![CDATA[Critícas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Gênero: Animação &#8211; Aventura
Duração: 96 min
Origem: EUA
Direção: Pete Docter, Bob Peterson
Roteiro: Bob Peterson
Produção: Jonas Rivera
Com personagens fantásticos, uma história que nos faz rir e chorar e algumas das melhores cenas de ação do ano (vejam só&#8230;), Up &#8211; Altas Aventuras é, como eu já esperava, o melhor filme de 2009 até agora. Em pouco mais [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=comentandocinema.wordpress.com&blog=3025734&post=682&subd=comentandocinema&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-689" title="up_20" src="http://comentandocinema.files.wordpress.com/2009/09/up_20.jpg?w=214&#038;h=314" alt="up_20" width="214" height="314" /></p>
<p style="text-align:left;"><strong>Gênero:</strong> Animação &#8211; Aventura<br />
<strong>Duração:</strong> 96 min<br />
<strong>Origem:</strong> EUA<strong></strong><strong></strong><br />
<strong>Direção:</strong> Pete Docter, Bob Peterson<br />
<strong>Roteiro:</strong> Bob Peterson<br />
<strong>Produção:</strong> Jonas Rivera</p>
<p style="text-align:left;">Com personagens fantásticos, uma história que nos faz rir e chorar e algumas das melhores cenas de ação do ano (vejam só&#8230;), <em>Up &#8211; Altas Aventuras</em> é, como eu já esperava, o melhor filme de 2009 até agora. Em pouco mais de uma hora e meia, somos levados numa viagem simplesmente inesquecível e envolvente de tal modo que foi um choque quando as luzes se acenderam e fui tirado daquele mundo incrível. Mas saí da sessão com um largo sorriso no rosto, mais feliz do que nunca e com uma satisfação indescritível. A Pixar mais uma vez me impressionou&#8230;</p>
<p><span id="more-682"></span></p>
<p>Carl Fredericksen (ninguém mais ninguém menos que Chico Anysio na dublagem nacional) sempre sonhou em viajar o mundo. Ao lado de sua amada Ellie, queria visitar lugares como as incríveis cachoeiras da América do Sul. Mas ele não contava com os difíceis obstáculos da vida. Com isso, o tempo passa sem que esse sonho seja realizado. No entanto, quando ele já está com mais de 70 anos, toma uma decisão&#8230; inesperada: amarra milhares de balões à sua casa e resolve voar em busca de aventuras. Não demora muito para os seus planos sofrerem uma mudança radical, quando ele descobre que um garoto tagarela de 8 anos, chamado Russell acabou indo junto com ele sem querer. A dupla inusitada vai embarcar numa jornada repleta de criaturas incríveis e vilões perigosos, em lugares simplesmente sensacionais.</p>
<p>As animações da Pixar conseguem emocionar até o espectador mais durão. Foi assim quando Buzz descobriu que era só um brinquedo em <em>Toy Story</em>, quando Sulley se despediu de Bu em <em>Monstros S.A.</em>, quando Marlin finalmente reencontra o filho em <em>Procurando Nemo</em> ou quando Eva pensa que perdeu seu grande amor pra sempre em <em>Wall-E</em>, só para citar alguns exemplos. No entanto, todos esses momentos citados acontecem ou no clímax ou já nos desfechos dessas animações. Mas em <em>Up</em>, já nos emocionamos logo no início, em 10 minutos de filme!</p>
<p>Numa sequência não menos que perfeita, acompanhamos toda a vida de casados de Carl e Ellie. Sem nenhum díalogo, apenas ao som da belíssima trilha de Michael Giacchino, vemos como o casal sonhador acabou tendo que lidar com a dura realidade, repleta de decepções e obstáculos que impedem a jornada pelo mundo que tanto planejam. Mas mesmo com tudo isso, os dois nunca deixam de se amar. O nó na garganta &#8211; ou as lágrimas, para quem se emociona com mais facilidade &#8211; vem quando a realidade resolve dar o mais duro golpe na vida do casal. Quando essa introdução acaba, já estamos completamente envolvidos com o filme, sentindo que somos parte dele. E nem precisou de efeitos 3D para isso&#8230;</p>
<p>Um velhinho de 70 e poucos anos como protagonista de uma animação cheia de aventuras soa estranho não? Mas a Pixar, que já colocou tantos protagonistas inusitados em seus filmes &#8211; ratos cozinheiros, monstros de armário&#8230; &#8211; torna tudo mais interessante, como já era de se esperar. E o melhor: Carl Fredericksen surge como um dos personagens mais interessantes que o estúdio de animação já concebeu. Ajuda muito a já citada introdução, que apresenta o personagem de forma brilhante, mas toda a sua construção e evolução durante o filme é fascinante.</p>
<p>E que grata surpresa ver Chico Anysio, um dos melhores atores &#8211; e certamente o melhor comediante &#8211; do Brasil completamente a vontade na dublagem nacional. É fácil cair na armadilha de chamar gente famosa pra dublar animações &#8211; ou qualquer outro filme infantil &#8211; e o resultado ser desastroso (Veja filmes como <em>Ponte para Terabitia </em>ou <em>Robôs</em> na versão dublada. Chega a ser bizarro), mas aqui não demora muito para percebermos que a escolha foi perfeita. Consegue tornar o protagonista ainda mais interessante.</p>
<p>O companheiro de Carl é um show a parte. Russell é carismático e engraçadissímo e em certos momentos, leva as gargalhadas muito fácil, diferente do velhinho rabugento. Isso rende cenas hilárias, como Carl imaginando um jeito fácil de se livrar do garoto quando este diz que quase dá pra tocar nos prédios, quando a casa já está nos ares ou quando Russell dá de cara com o vidro do dirigível de Muntz e vai passando lentamente, sob o olhar incrédulo do ex-aventureiro &#8211; Alias, cortes rápidos como o da primeira cena <img class="alignleft" src="http://www.cinemacomrapadura.com.br/filmes/img/3469-2009-08-24-05:29:47_7.jpg" alt="" width="297" height="166" />citada ou esses momentos silenciosos e engraçados são típicos das comédias americanas. Mais uma fonte de inspiração?</p>
<p>Claro que a ideia de duas pessoas que não tem absolutamente nada em comum serem obrigadas a viverem juntas não é exatamente original, mas clichê tem em (praticamente) todo filme. Só tem que saber usá-lo&#8230; Outra coisa que já foi usada a exaustão nas animações é o &#8220;coadjuvante engraçadinho&#8221;. No entanto, a Pixar tem uma galeria de coadjuvantes memoráveis &#8211; Mike de <em>Monstros S.A.</em>, Dory de <em>Procurando Nemo</em>, Mate em <em>Carros</em>, só para citar alguns exemplos &#8211; e aqui temos dois animais, Dug, um cachorro &#8220;falante&#8221;, que vai fazer a festa das crianças no cinema e Kevin, um pássaro enorme e colorido, que não fala uma palavra, mas consegue nos conquistar facilmente.</p>
<p>E pra finalizar a galeria de personagens, temos o vilão Charles Muntz, que é ainda mais velho que Carl &#8211; o que rende uma piadinha no clímax &#8211; e apesar de surgir já na metade do filme &#8211; ele até aparece antes, mas só num flashback &#8211; também é um personagem muito bom, principalmente pelo seu jeito clássico, que já não víamos em vilões de animações há um bom tempo. Ele berra ordens e perguntas, fica nervoso facilmente, quer alcançar seus objetivos custe o que custar e até seu destino é típico dos vilões da Disney. Olha aí mais uma vez o clichê bem usado&#8230;</p>
<p>Enfim, a parte onde o filme é simplesmente perfeito: os aspectos técnicos. Vale lembrar que esse é o primeiro filme da Pixar feito em 3D. Mas não vá ao cinema esperando ver a casa voando na sua direção ou coisa do tipo. Os efeitos em terceira dimensão são mostrados de maneira muito sutil, raramente servem para mostrar as coisas &#8220;saltando&#8221; da tela, na verdade, quem prestar atenção vai perceber que o 3D é usado para dar profundidade aos cenários, que parecem absurdamente grandes. Na cena em que Muntz apresenta suas conquistas a Carl, por exemplo, note como a sala é incrivelmente ampla.</p>
<p>Com isso, a fotografia do filme é bem beneficiada e temos planos para deixar qualquer um boquiaberto. Alias, é bom ressaltar a perfeição que é a animação desse filme. Eu pensei que não dava pra melhorar mais depois de <em>Wall-E</em>, mas a Pixar sempre impressiona. Tudo é repleto de detalhes, desde o mais sutil movimento dos personagens até as vastas florestas. As cenas de ação, no clímax do filme, conseguem bater de frente com muito filme do gênero e deixam o espectador grudado na cadeira, tenso até o último minuto.</p>
<p>O roteiro é excelente. Além da história brilhante e original, temos ótimos dialogos &#8211; como a cena de Carl e Russell conversando a noite, cobertos pela casa &#8211; e algumas sacadas brilhantes, como os vários momentos em que Carl olha para sua casa nas nuvens e pergunta a Ellie o que ele deve fazer naquela situação ou até quando Russell resolve apelar &#8220;pedindo&#8221; algo para a esposa do velhinho. A estrutura do filme me lembrou um pouco a de <em>Monstros S.A.</em> (outro maravilhoso trabalho do diretor Pete Docter), em que temos o acontecimento inusitado, o protagonista tentando lidar com isso e um determinado momento em que tudo piora de vez, antes dos mocinhos darem a volta por cima num emocionante clímax. Mas isso passa longe de ser um grande defeito, claro.</p>
<p>Rir, chorar, torcer pelos personagens&#8230; O roteiro pode ser genial, a animação também. Mas pra mim, uma animação morre sem uma boa trilha sonora. E Michael Giacchino mostra mais uma vez porque é um dos melhores compositores em atividade atualmente. Uma trilha simplesmente brilhante, que ajuda alguns momentos do filme a serem fantásticos &#8211; como o já citado flashback mostrando a vida de casado de Carl &#8211; e o melhor: ela não cansa. Já a ouvi inteira umas 3 ou 4 vezes&#8230;</p>
<p>Mas o melhor de <em>Up</em>, mais do que fotografia, mais que a trilha sonora, que o roteiro ou qualquer outra coisa, é o fato de ser um filme feito com o coração. Hoje está cada vez mais raro vermos filmes assim, sinceros, que parecem ter sido feitos sem a intenção de arrecadar rios de dinheiro ou ganhar prêmios &#8211; claro que eles pensam nessas coisas, mas dá pra ver que não é a maior prioridade -  e sim divertir e emocionar pessoas de todas as idades. É isso que torna <em>Up</em> um filme tão maravilhoso. É isso que me faz amar tanto cinema.</p>
<p><strong>Nota: </strong>9,5</p>
<p>__________________________________________________</p>
<p><em>Sobre o curta</em>: Como sempre, temos um curta animado antes do filme e nesse caso, o dito curta é &#8220;Parcialmente Nublado&#8221;, uma divertida animação sobre a velha historinha das cegonhas levando os bebês feitos pelas nuvens para os pais. Já dá pra entrar fácil no clima de <em>Up</em>, já que o curta mistura humor e emoção assim como o filme da casa voadora. É excelente.</p>
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			<media:title type="html">Marcelo Silva</media:title>
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		<title>OPINIÃO: Disney comprou a Marvel&#8230; mas por que o desespero?</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 23:38:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[News]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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Foi com um choque que os nerds receberam a notícia de que a Marvel, lar de herois como Homem-Aranha, Capitão América, Hulk, Thor, além dos X-Men e centenas de outros personagens, havia sido comprada pela Disney, a mais poderosa empresa do mundo do entretenimento.
Desespero total, medo, raiva&#8230; textos enfurecidos pipocaram na internet sobre o assunto. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=comentandocinema.wordpress.com&blog=3025734&post=676&subd=comentandocinema&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-680" title="disney marvel" src="http://comentandocinema.files.wordpress.com/2009/09/disney-marvel.jpg?w=459&#038;h=239" alt="disney marvel" width="459" height="239" /></p>
<p style="text-align:left;">Foi com um choque que os nerds receberam a notícia de que a Marvel, lar de herois como Homem-Aranha, Capitão América, Hulk, Thor, além dos X-Men e centenas de outros personagens, havia sido comprada pela Disney, a mais poderosa empresa do mundo do entretenimento.</p>
<p>Desespero total, medo, raiva&#8230; textos enfurecidos pipocaram na internet sobre o assunto. Com isso, fiquei na dúvida: só eu não achei a notícia ruim?</p>
<p><span id="more-676"></span></p>
<p>A Disney não é qualquer porcaria. A companhia comanda os estúdios Touchstone (que bancou todos os filmes de M.Night Shyamalan até o fracasso de <em>A Dama na Água</em>, além de filmes como <em>Mudança de Hábito </em>e a trilogia <em>Piratas do Caribe</em>, só para citar alguns exemplos), Miramax (dona de vencedores do Oscar como <em>Chicago </em>e <em>O Paciente Inglês</em>, além de ter sido a responsável pelo sucesso de <em>Cidade de Deus</em> nos EUA) e é dona da ABC Studios. Ou seja, a empresa do Mickey também está ligada a algumas das séries mais famosas dessa década, como <em>Lost </em>e <em>Grey&#8217;s Anatomy</em>.</p>
<p>Não é o suficiente pra você? Ok, aí vai o argumento final: a Disney também é dona de Pixar Animation Studios, que desde o seu surgimento, já fez pelo menos 4 obras-primas da animação (<em>Toy Story</em>,<em> Monstros S.A.</em>, <em>Os Incríveis e Wall-E</em>) e outros 5 filmes que não são menos que espetaculares (o único que não chega a isso é <em>Carros</em>, que ainda assim está bem acima da média). E o estúdio já tem outro sucesso: <em>Up &#8211; Altas Aventuras</em> &#8211; que estreou sexta por aqui &#8211; ainda não foi conferido por mim, mas já é um sucesso estrondoso de público e crítica nos EUA.</p>
<p>Certo&#8230; a Disney faz séries animadas divertidissimas, séries (live-action) excelentes e filmes (live-action ou animações) na sua maioria indispensáveis. Ainda estou tentando procurar onde a Marvel sai perdendo nisso tudo&#8230; Quem diz que agora os filmes e quadrinhos dos super-heróis da Marvel vão ficar infantilizados não deve saber que desde que foi comprada pela Disney, a Pixar, por exemplo, tem total controle criativo sobre suas criações, ou vocês realmente acham que a Disney sozinha iria lançar uma animação sem dialogos na primeira meia hora, cujo protagonista é um robô que não fala e está no meio de uma Terra com clima pós-apocalíptico, completamente devastada por montes enormes de lixo?</p>
<p>Eu duvido muito que o mesmo não aconteça com a Marvel. Eles vão continuar tendo controle sobre suas criações, mas agora, tudo também terá um dedinho da Disney, assim como aconteceu com a Pixar. E outra: em alguns aspectos, a casa do Homem-Aranha se deu MUITO bem! Por exemplo, já fazem anos que as animações da DC dão uma surra ferrada nas animações da Marvel. A única que recebeu elogios rasgados de público e critica foi <em>X-Men</em>, dos anos 90 (que de fato, é sensacional). Já a DC ganhou prêmios por animações como <em>Batman</em>, <em>Superman</em> e a excelente <em>Liga da Justiça</em>. A Disney pode dar o empurrão que a Marvel precisava para engrenar de vez nas séries animadas para a TV.</p>
<p>Sem contar que já se estuda a produção de uma animação da Pixar com os super-heróis da Marvel &#8211; não seria a primeira vez que fazem isso, vamos concordar&#8230; &#8211; além das adaptações de HQ agora carregarem o selo Disney de qualidade, o que, vamos concordar significa MUITA COISA. Só não sei dizer como isso vai se refletir nas HQs, mas acho que até nisso não teremos problemas.</p>
<p>O mestre Stan Lee, na sua empolgação acabou dizendo tudo: &#8220;&#8230;<span id="Conteudo1_lblTexto">quando você combina o melhor com o melhor, todo mundo ganha&#8221;. Temos os personagens sensacionais da Marvel unidos a genialidade dos responsáveis pela Disney. </span><span id="Conteudo1_lblTexto"> Ou seja, essa união tem tudo para dar certo.</span></p>
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		<title>NEWS: Confira o teaser trailer de &#8220;Inception&#8221;, novo filme de Christopher Nolan</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 15:05:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Primeiras Impressões]]></category>
		<category><![CDATA[Trailers]]></category>

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		<description><![CDATA[
Trilha sonora tensa (&#8220;Why so Serious?&#8221; detected), cenas estranhas, uma frase misteriosa e o nome de Christopher Nolan e Leonardo DiCaprio (que continua acertando nos trabalhos que escolhe) no meio disso tudo.
E qual é o resultado?
NÃO FAÇO A MENOR IDEIA! E ninguém faz. O teaser é absurdamente misterioso, não revela um único detalhe sequer da [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=comentandocinema.wordpress.com&blog=3025734&post=672&subd=comentandocinema&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://comentandocinema.wordpress.com/2009/08/30/news-confira-o-teaser-trailer-de-inception-o-novo-filme-de-christopher-nolan/"><img src="http://img.youtube.com/vi/sPF5O0DZREk/2.jpg" alt="" /></a></span></p>
<p>Trilha sonora tensa (&#8220;Why so Serious?&#8221; detected), cenas estranhas, uma frase misteriosa e o nome de Christopher Nolan e Leonardo DiCaprio (que continua acertando nos trabalhos que escolhe) no meio disso tudo.</p>
<p>E qual é o resultado?</p>
<p>NÃO FAÇO A MENOR IDEIA! E ninguém faz. O teaser é absurdamente misterioso, não revela um único detalhe sequer da trama do filme. A única coisa que dá pra saber é que DiCaprio (provavelmente) é o protagonista. E só. Com isso, Nolan alcançou o maior objetivo de um teaser: deixou todo mundo com uma curiosidade enorme em relação ao seu mais novo filme.</p>
<p>2010 está muito longe&#8230;</p>
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	</item>
		<item>
		<title>Sobre a falta de atualizações&#8230;</title>
		<link>http://comentandocinema.wordpress.com/2009/08/28/sobre-a-falta-de-atualizacoes/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 12:53:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Off]]></category>

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		<description><![CDATA[Peço desculpas aos leitores por estar aparecendo pouco por aqui. É que a velha rotina voltou (estudos, cursos) e como as férias foram prolongadas até dia 17, a coisa está absurdamente corrida, com um monte de trabalho pra entregar, as provas começando&#8230;
No meu tempo livre, tenho visto séries &#8211; afinal, uns 40 e poucos minutos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=comentandocinema.wordpress.com&blog=3025734&post=670&subd=comentandocinema&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Peço desculpas aos leitores por estar aparecendo pouco por aqui. É que a velha rotina voltou (estudos, cursos) e como as férias foram prolongadas até dia 17, a coisa está absurdamente corrida, com um monte de trabalho pra entregar, as provas começando&#8230;</p>
<p>No meu tempo livre, tenho visto séries &#8211; afinal, uns 40 e poucos minutos todo dia é bem mais fácil de arrumar do que 2 horas &#8211; apesar de estar sempre ligado no que está acontecendo no cinema (como o lançamento do teaser de Avatar, comentado aí embaixo). Mas de qualquer forma, devo me envergonhar: o último filme que eu vi foi <em>Não Estou Lá</em>, isso há&#8230; 2 semanas atrás. É, eu sei, shame on me.</p>
<p>Enfim, desculpem pelos poucos posts e espero que em setembro eu possa compensar isso. Talvez não fale <em>apenas </em>de cinema&#8230;</p>
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